0 Muita neve e suspense nesse natal!

Presenteie quem você ama com o romance policial Anjo russo
Não esqueça o presente de natal dos seus entes queridos. Incentive a leitura e dê Anjo Russo de presente, quem ganhar vai se apaixonar por essa história cheia de suspense e repleta de referências nórdicas. Não vale deixar para a última hora! Compre através do site http://bit.ly/2hBjNW8
Na instigante obra, Liudmila, uma russa com cidadania dinamarquesa, é acusada e presa por um atentado. Enquanto isso, a alguns bons quilômetros dali, Mattias Larsen, homem frio e calculista, capaz de sentir afeto somente por um lobo domesticado que  adotou, ri e comemora a notícia iminente da morte de Elisa, esposa de seu patrão, Eirik Leiv.

Em busca de uma preciosidade denominada   "O Tesouro de Iduna", Mattias percorre um caminho obscuro,  passando pela Escandinávia. Ali ele rouba o "Códice de Uppsala",  manuscrito medieval islandês que inclui a versão mais antiga do Edda em Prosa, doado em 1669  à Biblioteca da Universidade de Uppsala pelo chanceler Magnus Gabriel de La Gardie ‒ o suposto favorecido do tesouro.
Com a combinação dos códigos em alguma parte desse Códice e de inscrições na Caixa de Freixo, o qual teria pertencido à Rainha Cristina da Suécia, (que teria elaborado o mapa do tesouro e ofertado tal presente a seu protegido da corte, Magnus Gabriel, no Século XVII), Mattias tem a certeza de que encontraria o tesouro.   Para tal,  revela-se disposto a eliminar todos que ousassem atravessar seu caminho e atrapalhar seu plano para pôr as mãos naquela fortuna incalculável ‒ inclusive Elisa.
A intenção de Mattias nunca fora repartir seu tesouro com ninguém e muito menos com ela. A grande ambição que sedimentava o seu coração, como flocos de neve que caíam do lado de fora do barco, o cegava, e ele estava disposto a tirar quem quer que fosse do seu caminho, para pôr as mãos naquele tesouro, custasse o que custasse. (p. 106)
Além de apresentar os costumes, curiosidades e tradições do país escandinavo, Zia cria em "Anjo Russo" uma incrível ambientação de suspense para prender os leitores em mínimos pormenores de uma investigação. Ao expor um enredo sobre descoberta, pertencimento, coragem e amor, a escritora também incentiva o interesse por diferentes culturas, além dos horizontes de territórios. Uma voz brasileira que vai além das terras de onde nasceu, e encanta pessoas dos mais diversos países.
Ficha Técnica
Autora: Zia Stuhaug
Título: Anjo Russo
ISBN: 9788565558310
Editora: Mais Que Palavras
Páginas: 248
Preço: R$ 32,00

SOBRE A AUTORA:  
Zia Stuhaug é compositora, poetisa e escritora infantojuvenil bilíngue português/norueguês, com quatro livros infantis publicados no Brasil e Noruega. Nasceu em Engenheiro Beltrão (Paraná)  e, atualmente, vive com a família na Noruega. Graduou-se em Administração pela Universidade Estadual de Maringá, com especialização em Gestão de Pessoas pela Universidade Federal do Paraná. Teve várias participações em Antologias poéticas publicadas na Suíça, França e Itália. É proponente do Projeto de incentivo à leitura, Escola com Histórias, membro da A ALALS - Académie de Lettres et Arts Luso - Suisse, com sede em Genebra, na Suiça, e correspondente internacional da Unijore (União dos jornalistas e escritores de Maringá). Anjo Russo é seu romance de estreia.


0 Biografia do casal Muzy, Plataforma 11 conta uma história apaixonante

O lançamento da editora Pandorga chega para agradar os milhares de seguidores do casal

Um encontro casual, marcado pela inocência da infância. Um amor além das fronteiras, forjado pelo tempo. Esta é a história do encontro, desencontro e reencontro de duas almas destinadas a estarem juntas.

Quando Paulo Muzy colocou seus olhos em Roberta, seu mundo virou de cabeça para baixo. Ele nunca poderia imaginar que os sentimentos que via tremular nas linhas dos poemas românticos fossem tão ou mais real que o ar que respirava. Roberta enxergava apenas o amigo, quando na verdade tinha diante de si o grande amor de sua vida. Mas quando percebeu, já era quase tarde demais...
“Uma história encantadora que mostra que, quando o amor está destinado a acontecer, não importa o tempo, os acontecimentos, os obstáculos... ele sempre sairá vitorioso no final. E o final da história desse casal é lindo!”
M. S. Fayes

Ficha Técnica
Título: Plataforma 11
ISBN: 9999098891618
Dimensão: 16x23cm
Páginas: 192
Preço: R$ 34,90


Sobre os autores
Roberta Carbonari Muzy nasceu em 1980 e cresceu em São Paulo. Foi comissária de vôo antes de cursar sua primeira faculdade na área de administração de empresas e seguiu carreira executiva por 12 anos, até decidir empreender seus próprios negócios. Proprietária e sócia de duas empresas, uma no ramo da saúde e outra de consultoria de negócios, sempre usou de seu tempo livre para ler e escrever, algumas páginas deste livro têm mais de 20 anos, publicá-las sempre foi um desejo que se concretizou a quatro mãos junto a sua maior realização de vida: o amor.
Paulo Cavalcante Muzy nasceu no sítio Pérola, entre os municípios de São Carlos e Descalvado, as 7 horas da manhã uma segunda-feira,  portanto, depois de um banho, já estava pronto para o trabalho naquele 16 de julho em 1979. Cresceu em Marília e aos 13 anos encontrou seu amor na Praia Grande. Fez Faculdade de medicina em São Paulo, aos 24 formou-se médico pela Escola Paulista de Medicina (que os menos românticos e mais modernos chamam de Unifesp) , serviu então o Exercito Brasileiro com Oficial Médico e aos 27 terminava sua residência médica em Ortopedia e Traumatologia na sua faculdade de origem. Só leu medicina nessa vida e nunca teve tempo para nada sempre estando em dois lugares ao mesmo tempo. Tendo feito durante e depois disso tudo 5 pós-graduações na área de medicina, nutrologia e exercício, nenhum tempo teve para se dar ao luxo a ler romances. No máximo se emocionou com alguns artigos científicos desalmados e sem coração.

0 A gente dá certo



Representatividade em cena: Por que é importante?
O espaço para pessoas negras na TV, literatura ou cinema não é o mesmo que da população branca. Após centenas de reinvindicações de ativistas raciais, as coisas parecem estar mudando, mesmo que lentamente. Nos últimos anos, a representação negra - apesar de ainda ser pequena se comparada a branca – vem crescendo na cultura pop. Hoje em dia séries, livros e filmes têm mais protagonistas negros e mais personagens em posições de igualdade, não apenas em papéis subalternos ou de servidão.
Séries como How to get away with murder, Scandal e Empire, filmes que exploram heróis negros como Pantera Negra ou livros como as da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, colocam o negro em posições centrais e de relevância.

A atriz americana Leslie Jones contou em um programa de TV em 2016 como se emocionou ao ver uma atriz negra quando era criança, e relatou o quanto significou para ela se ver representada na tela. Da mesma forma, o crescimento da venda de produtos e cosplays de personagens femininas entre as crianças, mostra como se ver nas telas é significativo, principalmente para as minorias.
Pensando nisso, no cenário nacional, podemos encontrar a obra “A gente dá certo” de Leonardo Antan, que além de contar uma história gostosa, regada a música e cultura brasileira, tem uma cativante protagonista negra. Juliana é uma personagem forte que traz consigo as marcas que a moldaram durante a vida. Negra, periférica e bissexual nunca se acostumou com as portas fechadas pela segregação e se manteve altiva frente as dificuldades que enfrenta.
O livro levanta discussões relevantes da sociedade como diversidade racial e sexual. Quando se reencontram dez anos após uma separação trágica, Juliana e Rodrigo não se reconhecem mais. Transformados em pessoas completamente diferentes tanto tempo depois. Ela é uma militante negra, engajada, bissexual, que passeou indecisa por diversos cursos das áreas de Humanas. Ele é hétero, branco e não encontra muitos preconceitos sociais em sua trajetória de estudante de Administração, levando uma vida confortável.
“Apesar de eu não optar por cenas que deixassem claro o preconceito, alguns diálogos discutem como a questão racial é muito mais complexa que atos de discriminação explícitos. O racismo está na nossa sociedade de maneira estrutural, impedindo pessoas de acessarem diversos espaços e situações. A relação dos protagonistas exemplifica um pouco isso, já que Rodrigo possui muito mais ‘privilégios’ durante sua trajetória que Juliana.” contou o autor ao explicar os motivos que o levaram a escolher um casal inter-racial como protagonista.
Dos dois lados, há radicalidades, intolerâncias, falta de diálogos e maniqueísmos, dividindo os debates em todas as esferas sociais. Juliana e Rodrigo poderiam ser dois jovens que discutem sobre a visão de vida e sociedade oposta em que vivem, mas o amor que tiveram mais jovens os reconecta. Assim, ambos dão a chance de se escutar e debater verdadeiramente suas perspectivas de mundo. Mesmo que muitos pontos ainda continuem conflitantes, o diálogo é chave fundamental para uma transformação necessária na vida de ambos.
“Foi quando entrei para Ciências Sociais, passando a conviver com novos amigos e repensando um milhão de questões. Eu refleti e falei: por que fico alisando meu cabelo, se ele pode ser bonito ao natural também? Não preciso esconder as minhas raízes ou quem eu sou para agradar alguém... Foi uma transição complicada.” Leonardo Antan – A gente dá certo – Pag. 18
Ficha Técnica
Autor: Leonardo Antan
Título: A gente dá certo
ISBN: B01MY9XH6L
Editora: Rico Editora
Páginas: 120
Preço: R$ 29,00


 
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